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FERRAMENTAS DA QUALIDADE ESTRATÉGICA – Conceitos e exemplos

BRAINSTORMING

A técnica de brainstorming propõe que um grupo de pessoas(entre 5 a 12 pessoas) se reúnam e compartilhem de seus pensamentos e idéias para chegar num denominador comum bom e eficaz sobre algum tema ou assunto. O brainstorming tem como vantagem tirar proveito da diferença entre pensamentos, o que possibilita a criação de idéias e coisas antes inimaginadas por todos. Nenhuma ideia é descartada ou julgada como errada ou absurda. Todas as ideias são ouvidas, documentadas e analisadas, esse processo é dividido em três fases:

  • clareza e objetividade na apresentação do assunto, problema ou situação;
  • geração e documentação de idéias;
  • análise e seleção.

Ex: Marcelo, Felipe e João são sócios de uma empresa de gestão de eventos chamada Pkentos,  e fazem uma reunião inicial para definir como será o evento de Natal que a Pkentos irá produzir. Os três sócios convocam para a reunião mais três colaboradores que tem poder de tomada de decisão na Pkentos. Na reunião Marcelo inicia o bate-papo e documenta as idéias, na última etapa os sócios fazem a seleção, podendo os colaboradores participar ou não.

CARTA DE CONTROLE

Carta de controle é um tipo de gráfico, comumente utilizado para acompanhamento da variabilidade durante um processo. Esta ferramenta determina uma faixa chamada de tolerância limitada pela linha superior (LSC limite superior de controle), uma linha inferior (LIC limite inferior de controle) e uma linha média do processo, que são estatisticamente determinadas. Dados dentro desse limite são considerados sob controle enquanto dados fora desse limite são consideradas ocorrências indesejáveis (causas especiais), e uma análise detalhada deve ser feita.

Os limites de controle não necessariamente significam que o bem ou serviço atenda as expectativas planejadas, isso significa apenas que o processo é consistente. Para que o processo seja considerado realmente bom ele deve atender não só aos limites já apresentados (LIE e LSC) mas também aos limites de especificação inferior (LIE) e superior (LSE), esses limites são obtidos a partir das necessidades do cliente, traduzidas no projeto do processo.

Realizada em amostras extraídas durante o processo, supõe-se distribuição normal das características da qualidade. O objetivo é verificar se o processo está sob controle. Este controle é feito através do gráfico.

Ex: Um operador de máquina  tira amostras de folhas de flandres para saber se estão bem esquadriadas, as folhas tem limites  LIE=-0,10 e LSE=0,30. O operador confere o esquadro e está -0,30. O material é tratado como causa especial e sua despadronização será visível na gráfico de controle.

DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO

O Diagrama de causa e efeito, que também é conhecido como diagrama de Ishikawa ou diagrama espinha de peixe foi desenvolvido para representar as possíveis causas que levam a um determinado efeito.

As causas são categorizadas para que se possa atuar de forma mais específica e direcionada. A elaboração do diagrama de causa e efeito pode ser dividido nas seguintes etapas:

  • discussão do assunto, seu processo e escopo;
  • descrição do efeito (problema ou condição específica) no lado direito do diagrama;
  • levantamento das possíveis causas sua categorização no diagrama
  • análise do gráfico  e coleta de dados para determinar frequências de ocorrência das diferentes causas.

Fonte: http://www.eps.ufsc.br/teses97/bonduelle/

 

Exemplo: Wilson está com problemas de satisfação da clientela na sua pousada Morada do Vale e resolve usar o diagrama de causa e efeito, após o desenho do diagrama, Wilson resolve focar na categoria “Mão-de-obra/Pessoas”, onde acredita ter problemas. Wilson encontrou os efeito “Atendimento ruim” e a causa “funcionários desmotivados e despreparados”  e logo achou o efeito “Baixa formação escolar e técnica” e a causa “rotatividade excessiva de pessoas e baixos salários”.

DIAGRAMA DE DISPERSÃO

Os diagramas de dispersão de correlação são usados para representar simultaneamente os valores de duas variáveis quantitativas medidas em cada elemento do conjunto de dados, no formato de gráfico XY.

Exemplo: O impacto do incremento de fertilizantes sobre a produtividade de uma fazenda, a medida que a quantidade fertilizante aumenta, aumenta-se também o nível de produtividade.

ESTRATIFICAÇÃO

Essa técnica consiste no agrupamento dos dados sob vários pontos de vista de modo a focalizar a ação. O agrupamento da informação é feito com base em fatores apropriados que são conhecidos como fatores de estratificação.
A idéia básica da estratificação é que os dados que estão sendo examinados necessitam ser protegidos de fatores originários que possam conduzir a diferentes características estatísticas.

Ex: O Censo do IBGE que separa a população em diversos grupos como raça, estado cívil, faixa salarial, sexo para que constatações possam ser feitas sobre aquelas informações.

DIAGRAMAS DE PARETO

Diagrama de Pareto é um gráfico de barras construído a partir de um processo de coleta de dados (normalmente, uma folha de verificação) que ordena as frequências das ocorrências, da maior para a menor, permitindo a priorização dos problemas. Mostra ainda a curva de percentagens acumuladas. Sua maior utilidade é a de permitir uma fácil visualização e identificação das causas ou problemas mais importantes, possibilitando a concentração de esforços sobre os mesmos.

Ex: Uma empresa calcula a percentagem de cada peça com defeito sobre a % total de peças e a % de peças com defeito acumulada. Após a disposição dos dados em tabelas, o gráfico de pato é criado possibilitando saber que tipos de peças apresentam mais defeitos.

COLETA DE DADOS

Esta técnica se inicia com a definição do tipo de estudo que será feito, são definidos o que e porque medir, os resultados esperados, o nível de confiabilidade dos dados e fatores internos e externos que podem influenciar as respostas. Uma vez que esteja definido o tipo de estudo são listadas as informações que podem ser validadas, são coerentes  e úteis para a estruturaçao do processo. Após definidos: o responsável pela coleta dos dados, a forma da coleta, o período e os recursos necessários, o próximo passo é a validadação do processo, nessa etapa é verificada se existe um bom conhecimento do tema por parte do coletor dos dados, para certificar que as informações coletadas serão realmente confiáveis.

As ferramentas que serão utilizadas na análise também sao definidos nesta fase, além de quais tipos de gráficos serão utilizados, softwares e aplicativos que possam auxiliar na tomada de decisão, possíveis problemas apresentados no processo, documentos que reforcem a tomada de decisao.

Exemplo: Uma empresa de detergente resolve entrevistar consumidores nos mercados para entender o que eles levam em conta na hora de escolher o detergente: Preço, embalagem, valor da marca ou viscosidade.

CINCO PORQUÊS

É  a técnica usada para encontrar a causa raiz(root cause) de um problema, defeito ou nao-conformidade. Essa técnica foi criada por Sakichi Toyoda (fundador da Toyota), e foi usada e aprimorada na Toyota durante a evolução de suas metodologias de produçao.

A idéia é simples, com o problema em mãos, você responde a 5 porquês do problema, sempre questionando a causa anterior:

Ex:  Problema: Os clientes estão reclamando muito de atrasos nas entregas.

Porque há atrasos? Porque o produto demora demais a sair da fábrica.

Porque o produto não sai quando deveria? Porque as ordens de produção estão demorando a ser entregues.

Porque estas ordens atrasam? Porque o cálculo das horas de produção sempre fica menor do que a realidade.

Porque o cálculo das horas está errado? Porque estamos usando um maquinário obsoleto.

Porque estamos usando este software? Porque o engenheiro responsável ainda não recomendou melhoria para o maquinário ou uma máquina atual.

MAPA DE TODOS

É a concretização da idéia ou pensamento de toda população de um ambiente, após esse mapeamento é possível mensurar o tamanho da diferença entre pessoas dentro dessa população.

Ex; Uma prova que é feita de avaliação da turma, para se ter idéia sobre os pontos fracos, fortes e diferenças discrepantes.

FLUXOGRAMA

Técnica de representação gráfica que se utiliza de símbolos que permite a descrição clara e precisa do fluxo, ou seqüência de um processo, assim como sua análise e redesenho.

 

EX: Inicio->Arquiteto desenha parede->Pedreiro constroi parede->Eletrecista faz instalação->Pintor pinta parede->Fim.

ÁRVORE DOS PORQUÊS

Trata-se de começar perguntando o porquê do fato estar acontecendo. E dentro desse porquê outros porquês vao sendo questionados criando uma emaranhando de porquês com a finalidade de detalhar o problema para chegar em uma solução.

Ex: 1-Por que as contas atrasam? 2-Por que nao temos dinheiro? 2- Por que o financeiro não é efetivo ? 3- Por que o dinheiro não dá? 3- Por que o financeiro não administrar bem ? 4- Por que estamos gastando tanto ? 4- Por que o profissional está com dificuldades com as contas que irão vencer ?

DIAGRAMAS DE ACOMPANHAMENTO

HISTOGRAMA

É um gráfico composto por retângulos em que a base de cada um corresponde ao intervalo de classe e a sua altura à respectiva freqüência. A construção de histogramas tem caráter preliminar em qualquer estudo e é um importante indicador da distribuição de dados. Podem indicar se uma distribuição aproxima-se de uma função normal, como pode indicar mistura de populações quando se apresentam bimodais.

Ex: O gerente de vendas de uma loja deseja montar um histograma do número de clientes por semana listado num intervalo.

BOX PLOTS

Referências bibliográficas:


		

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Crontab – Referência rápida

20 4 * * 1-5 mvitor /home/mvitor/wl/update_stats.sh
|      | |  |    |      |     |
|      | |  |    |      |     +– comando que será executado (com o diretório completo)
|      | |  |    |      +———- usuário que irá executar o comando
|      | |  |    +————– dia da semana
|      | |  +——————- mês do ano
|      | +———————- dia do mês
|      +———————— hora
+————————– minuto

No exemplo acima o usuário mvitor executaria o comando /home/mvitor/wl/update_stats.sh de Segunda a Sexta-feira, em todos os dias e meses do ano, no horário de 4:20 am.

 

 

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Brasil deve ter o futebol mais rico do mundo

O Brasil deve ou deveria ter o futebol mais rico do mundo. Afirmo isso não porque acredito que somos o país do futebol ou porque somos os melhores no esporte. Afirmo porque o momento nos favorece. Com o enfraquecimento das economias desenvolvidas, os clubes desses países consequentemente tendem a se enfraquecer financeiramente, os campeonatos italianos, franceses e espanhóis já vem registrando prejuízos enquanto o alemão continua sendo o mais rentável da Europa, o que reflete plenamente a situação econômica atual. Gigantes como Barcelona e Real Madrid se mantém com grandes lucros porém isso se explica pela administração profissional, bom planejamento estratégico e profissionalização dos setores financeiro, patrimônio e marketing.

Os clubes brasileiros tem um grande potencial porém este potencial é sub-utilizado (assim como o potencial dos trilhões de impostos que o governo nos recolhe). É claro para todos  que no Brasil o povo é apaixonado e consome futebol e com a ascenção da classe C,  é provável que esse poder de consumo cresça cada vez mais. O que falta para nós é a boa administração citada acima, boa parte dos clubes brasileiros são administrados por dirigente amadores não-remunerados (qual é a vantagem para eles?), as vice-presidências amadoras acabam formando bolos de politicagem e interesses próprios, onde a boa administração do clube acaba ficando em segundo plano. O Mundo/SA(Globo News) fez uma reportagem com o Sport Club Internacional que é um brasileiro que parece estar trilhando no caminho certo com a gestão do presidente Giovanni Luigi, desde o início de sua gestão Giovanni tomou algumas medidas que podem servir como base para os clubes brasileiros

- Contratação de um CEO(Homem da principal cadeira) para administrar o clube e gerenciar financeiro, patrimônio e marketing.

- Redução de vice-presidenciais amadoras.  Aumento dos  gestores profissionais com metas estabelecidas relacionadas ao planejamento estratégico.

- Modernização do estádio Beira-Rio criando camarotes, e salas especiais  com a ajuda de recursos próprios levantados pelas vendas desses espaços e receitas dos sócios.

- Planejamento para aumento do número de torcedores e sócios no Brasil em mercados diferentes como Nordeste e Sudeste e no mundo, em mercados ainda não muito explorados como Japão, China, Coréia e Oriente-médio.

- Fortalecimento da marca com a criação de produtos oficiais variados direcionados a vários nichos também com o objetivo de formação de receita.

Os clubes brasileiros já caminham a passos de tartaruga para esse modelo, como as administrações públicas por aqui, a picaretagem pode prevalecer e impedir que cheguemos a ter o campeonato mais rico do mundo, mas usando a expressão futebolística “temos bola para isso”.

 

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Teleconferências: Dicas e Macetes

É sabido que nos dias atuais cada vez mais as empresas optam pelas teleconferências, seja por corte em despesas com ligações e viagens ou pela necessidade de times globais estarem interagindo entre si constantemente.

As grandes empresas globais são as grandes adeptas das teleconferências, e obviamente o idioma mais utilizado é o inglês, para muitos o idioma nativo não é o inglês, o que se torna um obstáculo a mais.

 

Em reuniões cara-a-cara, os participantes conseguem ver quem está participando na reunião, eles podem ver quem está falando e como esta pessoa está se sentindo naquele exato momento. Já nas teleconferências a única forma de entendimento que temos do outro lado é a fala, parece óbvio e simples uma vez que em toda nossa vida utilizamos o telefone de forma eficiente sem maiores dificuldades, mas o desafio se torna maior, seja lidando com pessoas de diferentes níveis de conhecimento, resolvendo problemas críticos, argumentando sobre projetos. Sentar em uma roda virtual, ouvir e definir com clareza o que cada participante fala, saber como e quando pedir a palavra são coisas que podem fazer você destacar seu ponto de vista  numa teleconferência.
Normalmente as reuniões são lideradas pelo participante mais interessado no assunto, ou mesmo os SDMs, gerentes ou líderes. Existem algumas coisas que os participantes das teleconferências podem fazer, estando no papel de líder da reunião ou não:

O apresentador da reunião pode ajudar:

  • Enviar a agenda da reunião com alguma antecedência aos participantes, com os itens a serem discutidos, é útil também incluir na agenda o nome de todos participantes que irão atender a reunião.
  • No ínicio da reunião os participantes são apresentados um a um. Caso algum convidado não compareça os outros envolvidos devem ser notificados da falta. Listar o nome de todos participantes em algum lugar visível a todos pode ajudar algum atrasadinho a se posicionar porém nas teleconferências nem sempre é possível compartilhar a visualização com os participantes então a dica é entrar alguns minutos antes para se certificar que não perdeu qualquer assunto.
  • Revisar os tópicos da agenda antes da reunião, manter a discussão de acordo com os itens e  deixar claro para os participantes os avanços de tópicos.
  • Saber administrar as interrupções. É comum acontecer de duas ou três pessoas falando ao mesmo tempo. O apresentador pode ajudar determinando educadamente quem fala primeiro e quem escuta com o intuito de manter a discussão clara e objetiva.
  • Após o término da reunião enviar aos participantes uma listas com as decisões tomadas, deadlines e planos de ação.

O participante também pode ajudar

  • Se apresentar claramente antes de apresentar seu pensamento:  ”Oi é o Márcio. Na minha opinião…”.  ”This is  Márcio. In my opinion…”
  • Não se envergonhe em dizer que está tendo problemas para ouvir o participante que está no outro lado. É muito comum isso acontecer e vale mais a pena você pedir a pessoa para repetir do que supor alguma coisa  e parecer um louco respondendo o que você supõe. ” Desculpe, não consegui te ouvir bem, você pode repetir?”  ”I’m sorry, but I can’t hear you. Could you please repeat that?”
  • Chame a atenção do participante com o assunto de interesse antes de perguntar. Por exemplo, se você perguntar ao Marcelo por que ele precisa de 15 dias para desenvolver um plano de ação, você pode primeiro introduzir o assunto e depois perguntar:  ”Marcelo, eu tenho uma pergunta sobre o plano de ação”. Assim você já chamou sua atenção para a reunião e ele terá um tempo maior para se posicionar e responder a pergunta.
  • Enumere tópicos. Sem suporte visual pode ser útil fornecer um esboço verbal para os outros participantes. For exemplo: “Existe três principais questões que estão afetando o desempenho de nossa equipe: conhecimento técnico, produtividade e e baixa pró-atividade. Vou começar falando conhecimento técnico.”
  • Verbalize ações não-verbais ou reações. Não se esqueça nunca que as pessoas não estão vendo o que você está vendo ou apontando. Por exemplo: “Por favor olhem na figura 2, na página 4.”

Outra situação comum nas teleconferências é quando alguém pergunta algo e acontece um longo silêncio pois nenhum dos participantes se considera apto a responder tal questão. Você como participante pode ajudar tentando interpretar o silêncio, pedindo alguns minutos para discutir sobre o tema ou talvez sugerir uma nova reunião para discutir sobre o tema desta vez com maior conhecimento sobre o tema.

Não perca a oportunidade de estreitar os laços com os outros participantes, teleconferências internacionais costumam acontecer em diferentes fuso-horários. Use isto a seu favor lembrando o dia e a hora de cada participantes. Pode ser muito cedo ou muito tarde, entender e valorizar o fato pode tornar as teleconferências uma experiência mais agradável para todos.

 

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MANIFESTO PREÇO JUSTO JÁ #PRECOJUSTOJA

Felipe Neto, um ator e vlogueiro brasileiro que se tornou uma webcelebrity instantânea com seu quadro semanal “Não faz Sentido” está lançando um manifesto chamado “Preço Justo Já” que tem como alvo principal a conhecida e desestimulante alta carga tributária brasileira. Felipe promete entregar em mãos à presidente Dilma caso este atinja o número de 1 milhão de assinaturas. Não vou bancar essa revolução cibernética esperando algum resultado palpável, mas vou divulgar por aqui e entre amigos pra ver o tamanho do barulho. No site do “Preço Justo Já” algumas comparações práticas são feitas. Por exemplo: Um Playstation 3 na Amazon sai por $299,00, o que convertendo para nossa moeda sairia por R$474,00, o mesmo Playstation 3 numa loja brasileira que arca com todos os impostos tupiniquins não é vendido por menos de R$2000,00.

Abaixo o vídeo do “Não faz sentido”, que é criado por Felipe Neto que tem como tema o manifesto ”Preço Justo Já“:

Caso ainda não tenha feito a assinatura ela pode ser feita nesse link: www.precojustoja.com.br

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ANATEL – Cobrança de ponto adicional não é proibida por lei

Há tempos vemos circularem nos meios de comunicação notícias de que por determinação da ANATEL as operadoras não poderiam mais cobrar pelo ponto adicional na assinatura de planos de TV paga. Inicialmente soa bem o ponto de que a Anatel estaria regulamentando em defesa do consumidor, porém a proposta que foi regulamentada não protege o consumidor e sim a cobrança das operadoras. Segundo a regulamentação  as operadoras podem cobrar APENAS pela instalação e manutenção do equipamento, mas não podem efetuar uma cobrança mensal pelo serviço, ou seja, whatever o nome que seja discriminado na fatura, as operadoras continuam cobrando o ponto adicional, algumas chamam de “manutenção de software” outras de ” manutenção/aluguel do decoder”.  Veja abaixo o artigo da regulamentação que protege as operadoras:

- A utilização do ponto extra e ponto de extensão é direito do assinante, sem ônus. A Prestadora poderá cobrar pelos serviços realizados, especialmente: a instalação, a ativação e a manutenção da rede interna. A cobrança por estes serviços fica condicionada a sua discriminação na fatura. (Art. 29 e 30).

Portanto a afirmação que a ANATEL proíbe a cobrança de ponto adicional é falsa, já que a regulamentação dá direito a cobranças apenas com um nome diferente. E eu que tive um lampejo de que a ANATEL estaria fazendo o seu papel, me decepcionei mais uma vez. Se você assim como eu se pergunta constantemente porque pagamos tão caro por um serviço tão ruim de telecomunicação, pergunte a ANATEL que dá a cartas, e não a Sky, OI Tv, TVA, NET que jogam com ANATEL mas dão as cartas para nós, pobres consumidores.

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Oracle 11GR2 – New features – Real Application Testing (RAT)

Essa metodologia consiste de duas novas features no Oracle 11g chamadas SQL Performance Analying (SPA) and Database Replay (DR).

O RAT permite que você teste as alterações efetuadas, usando ferramentas do próprio Oracle, sem necessidade de uma ferramenta de terceiros ou do time de aplicação

Por exemplo, na versão 11g é possível ativar temporariamente um banco de dados physical standby para fins de relatórios e testes, e mesmo aberto ele continua aplicando os archives provindos do banco primário. Sendo assim, o standby pode funcionar como um ambiente de PRE-PRODUÇÃO.

Abaixo detalhamos um pouco mais as duas features:

  • Database Replay

Esse recurso permite executar testes reais das principais modificações, deixando que você capture a verdadeira carga de trabalho(workload) do banco de dados em ambiente de produção e a repita no ambiente de teste. O Database Replay é capaz de simular o número de conexões, transações, etc. Como se houvessem vários clientes conectados e trabalhando concorrentemente.

Ótimo para testar desempenho de novos parâmetros de banco, novos servidores, upgrade do banco. Ela não faz análise de SQL, ele só faz a analise de comportamento do banco.

Ele consiste de 4 etapas:

1 – Capturar a carga de trabalho.

2 – Pré-processar a carga de trabalho.

3 – Repetir a carga de trabalho no novo ambiente.

4 – Analisar os resultados.

Os packages  DBMS_WORKLOAD_CAPTURE e DBMS_WORLOAD_REPLAY executam essas tarefas.

Para fazer a simulação de conexões de clientes, existe um novo aplicativo de linha de comando chamado wrc (worload replay client).

  • SQL Performance Analyzer

Esse recurso se concentra em comparar o desempenho de uma carga de trabalho SQL antes e depois de uma mudança no ambiente. Isso mesmo, o SPA faz análise do desempenho de cada SQL executado e mostra quais pioraram e quais melhoraram.

Os pacotes DBMS_SQLTUNE e DBMS_SQLPA realizam essa tarefa.

Ele consiste de 6 etapas:

  1. Capturar a carga de trabalho SQL no ambiente de produção, em um STS (SQL Tunning Set)
  2. Importar a carga no ambiente de teste.
  3. Executar e analisar a carga de trabalho antes da mudança. Analisando planos, estatísticas e métricas dos SQL.
  4. Executar a mudança no ambiente.
  5. Executar e analisar a carga de trabalho depois da mudança. Analisando planos, estatísticas e métricas dos SQL.
  6. Comparar e analisar o desempenho do SQL.

Esse procedimento de execução da carga de trabalho não executa nenhum DDL, somente DML são executados.

 

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Oracle 11gR2 New features – Result Cache

O Result Cache é o novo POOL/COMPONENTE dentro da SGA. Sua finalidade é armazenar o resultado de uma consulta SQL ou de uma FUNCTION.

 

Conceitos e opiniões:

O Result Cache desde o lançamento do 11g é  uma das new features mais  adoradas e comentadas por alguns DBAs e mais ignoradas e discutidas por outros.O Result Cache pode ser uma carta na manga a ser usado em diversas situações, mas tem seu uso específico e dificilmente será considerado para ser utilizado em bancos com alto número de atualizações.

Isso por uma causa bem simples: O funcionamento do Result Cache é baseado no resultado das queries, sendo assim, se uma tabela base da query tiver uma alteração mínima, o result query para todas as queries dependentes disso fica imediatamente invalidado. Isso num sistema com alto número de atualizações não faz muito sentido. Por outro lado, isso é uma solução excelente para sistemas estáticos que servem de base para relatórios, ou desenvolvimento.

Acredito que o Result Cache  é uma ferramenta a mais para os DBAs e desenvolvedores fazerem uso e terem ganhos de performance, é sabido que acessar dados na memória é mais rápido que em disco, eu acho que muito DBAs se preocupam que a feature não permita que os bancos de grande porte escalem conforme necessário comprometendo a SGA. Os usos mais recomendados até agora são:

  • Materiallized Views desnormalizadas, o que pouparia a o retrabalho de consultas SQL similares;
  • Tabelas ou databases read-only, databases de refresh por exemplo que tem seus dados atualizados durante a noite e mantém os dados estáticos durante todo o dia.
  • Databases com gargalos de IO ou alto consumo de CPU. É uma alternativa para tentar diminuir o acesso a disco.

Configuração:

O tamanho default para o Result cache é 0,25% do memory_target.

Os parâmetros de inicialização são:

  • result_cache_max_size – Define o máximo da SGA que será alocado para o Result Cache. O default é 0. Setando esse valor você habilita o Result cache.
  • result_cache_max_result – Define a porcentagem máxima que será usada para cada resultado dentro do total de espaço liberado para o Result cache(result_cache_max_size).
  • result_cache_mode – Pode ser setado “manual” ou “force”. Setando como “force” todos os resultados serão armazenados no Result cache.
  • result_cache_remote_expiration – Valor em minutos que o Result cache manterá um resultado em seu cache.
  • alter session cache results; – Habilita o Result cache para fazer cache dos dados de sua própria sessão(Bom para testes).

Para desabilitar você pode setar result_cache_max_size=0 para desabilitá-lo, mas um bounce no banco será necessário.

Caso o result_cache_mode esteja setado como “manual” use o hint /*+ result_cache */ (SELECT /*+ result_cache */ ….FROM )no comando SQL para determinar que o resultado do SQL seja armazenado no Result cache.

Nas seguintes views você pode encontrar sobre o Result cache:  v$result_cache_statistics, v$result_cache_memory, v$result_cache_objects, and v$result_cache_dependency plus the equivalent RAC viewsgv$result_cache_statistics, gv$result_cache_memory, gv$result_cache_objects andgv$result_cache_dependency.

Na minha opinião é que essa feature  não é a solução de todos os problemas mas pode ser uma mão na roda em para conter problemas de perfomance.

 

Fonte referência:  http://www.dba-oracle.com/oracle11g/oracle_11g_result_cache_sql_hint.htm

 

 

 

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Oracle 11gR2 New features – Foiregn Keys on Virtual Columns (Chaves estrangeiras em Colunas Virtuais)

Foiregn Keys on Virtual Columns

Conforme apresentado anteriormente as Colunas Virtuais permitem manipular tabelas sem a criação de novos campos ou tabelas e sem alterações na aplicação, já o Particionamento por referência permite que uma tabela pai herde as características da tabela filha uma vez que elas estejam relacionadas por uma coluna.

No 11GR2 é possível  usufruir de ambas as features num só relacionamento de tabelas, o que pode ser uma mão na roda para o partiocionamento, Vejamos o exemplo abaixo retirado da documentação do Oracle 11gR2:

Na criação da tabela CUSTOMERS estamos criando duas colunas virtuais, CUST_ID que também é a PK e a coluna CATEGORY que também é a coluna de particionamento. A tabela SALES será a tabela filha da tabela CUSTOMERS e serão relacionados pela coluna CUST_ID. Veja abaixo a criação da tabela CUSTOMERS:

create table customers(

cust_id     number(14)

generated always as

(

DECODE(plan_id, ‘MEDICAL’,100, ‘DENTAL’,200, ‘HOSPITAL ONLY’,300, 999)

|| ssn ||

DECODE(member_type, ‘SELF’,’01′, ‘SPOUSE’,’02′, ‘CHILD’,’03′, ’99′)

) virtual,

cust_name   varchar2(20),

ssn         varchar(9),

plan_id     varchar2(15),

member_type varchar2(10),

category    varchar2(1)

generated always as

(case

when member_type = ‘SELF’ then

case when plan_id = ‘MEDICAL’ then ‘A’ else ‘B’ end

when member_type = ‘SPOUSE’ then

case when plan_id = ‘MEDICAL’ then ‘B’ else ‘C’ end

when member_type = ‘CHILD’ then ‘C’ else ‘X’

end) virtual,

constraint pk_customers primary key (cust_id)

)

partition by list (category)

(

partition A values (‘A’),

partition B values (‘B’),

partition C values (‘C’),

partition DEF values (default)

)

/

Agora inserimos algumas linhas para verificar o funcionamento da Virtual Columns:

insert into insert into customers (cust_name, ssn, plan_id, member_type) values (‘Jill’,’123456789′,’MEDICAL’,'SELF’)

/

insert into customers (cust_name, ssn, plan_id, member_type) values
(‘John’,’123456789′,’MEDICAL’,'SPOUSE’)

/

insert into customers (cust_name, ssn, plan_id, member_type) values
(‘Charlie’,’123456789′,’MEDICAL’,'CHILD’)

/

 

Verificamos se funcionou corretamente:

 

select * from customers;

CUST_ID CUST_NAME            SSN       PLAN_ID         MEMBER_TYP CATEGORY

————– ——————– ——— ————— ———- -

10012345678901 Jill                 123456789 MEDICAL         SELF      A

10012345678902 John                 123456789 MEDICAL         SPOUSE    B

10012345678903 Charlie              123456789 MEDICAL         CHILD     C

 

Funcionou perfeitamente, concatenou o valor 100 junto a coluna SSN na coluna CUST_ID e setou a CATEGORY corretamente, agora que a tabela pai está de acordo, vamos criar a tabela filha SALES:

create table sales(

sales_id    number primary key,

cust_id     number not null,

sales_amt   number,

constraint  fk_sales_01

foreign key (cust_id)

references customers

)

partition by reference (fk_sales_01)

/

Na versão 11gR1 nós receberíamos o seguinte erro para o comando acima:

ERROR at line 6:

ORA-14663: reference partitioning parent key is not supported

Dessa forma aproveitamos das duas features em um relacionamento de tabelas, acredito que as duas vem a funcionar bem juntas porque as Colunas Virtuais permitem uma padronização dos valores seguinte qualquer regra de negócio colocada nela e o particionamento se aproveita dessa padronização para fazer o seu serviço.

Dúvidas, críticas, sugestões são bem-vindas.


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Oracle 11g2 – New Features – Particionamento por referência (Reference partitioning)

Particionamento por referência (Reference partitioning)
Esta feature permite que uma tabela filha, herde as características de particionamento da tabela pai, sendo assim, todo partição criada na tabela pai, será replicado para a tabela filha.
Nesse tipo de partionamento, não é possível utilizar o tipo de particionamento de intervalo (interval), então toda a administração de criação de novas partições deve ser feita pelo DBA, diretamente na tabela pai que consequentemente será replicada para a tabela filha automaticamente.Vejo o exemplo abaixo retirado do Orafaq

Aqui nós criamos uma tabela com particionamento range:

SQL>CREATE TABLE orders (
2 order_id NUMBER PRIMARY KEY,
3 order_date DATE NOT NULL,
4 customer_id NUMBER NOT NULL,
5 shipper_id NUMBER)
6 PARTITION BY RANGE (order_date) (
7 PARTITION y1 VALUES LESS THAN (TO_DATE(’01-JAN-2006′, ‘DD-MON-YYYY’)),
8 PARTITION y2 VALUES LESS THAN (TO_DATE(’01-JAN-2007′, ‘DD-MON-YYYY’)),
9 PARTITION y3 VALUES LESS THAN (TO_DATE(’01-JAN-2008′, ‘DD-MON-YYYY’)));

Agora nós criamos uma tabela order_items com particionamento por referência que irá herdar as características de particionamento da tabela order, a referenciando pela FK order_id:

SQL>  CREATE TABLE order_items (
2 order_id NUMBER NOT NULL,
3 product_id NUMBER NOT NULL,
4 price NUMBER,
5 quantity NUMBER,
6 CONSTRAINT order_items_fk FOREIGN KEY (order_id) REFERENCES orders)
7 PARTITION BY REFERENCE (order_items_fk);


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